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XIII Simpósio Associação Ibero Americana de Filosofia Política: 14-16 outubro, Juiz de Fora

MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

Att,

 

Jair Krischke - Presidente

Movimento de Justiça e Direitos Humanos

 

XIII Simpósio Associação Ibero Americana de Filosofia Política: 14-16 outubro, Juiz de Fora

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XIII Simpósio Iberoamericano de Filosofia Política

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Tema: Liberdade e Poder no mundo contemporâneo

Dias 14, 15 e 16 de outubro de 2013

Universidade Federal de Juiz de Fora, Brasil

 Convocação

A velocidade e a amplitude das mudanças ocorridas nos mais diversos planos da atividade econômica, política, social e cultural do mundo contemporâneo, modificaram a realidade e o conceito moderno de liberdade, do mesmo modo que tornaram mais visíveis e complexas as suas relações com as tramas de poder hoje existentes.

Examinar estas relações a partir das diversas perspectivas teóricas da filosofia política, é o objetivo do XIII Simpósio Iberoamericano de Filosofia Política, a ser realizado em Juiz de Fora, Brasil, neste ano de 2013.

O evento é uma realização conjunta da Associación Iberoamericana de Filosofia Política – AIFP, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFJF, do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Do Rio do Vale dos Sinos (UNISINOS), São Leopoldo-Porto Alegre, Brasil, da Cátedra Unesco de Direitos Humanos e Violência, Governo e Governança, da Unisinos, e do Departamento de Filosofia da UFJF, da Cátedra Luiz Werneck Vianna da UFJF e do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea -CEDEC-SP.

 

Grupos de Trabalho

GT 2 – Direitos e injustiças: o governo das liberdades e o esvaziamento formal das democracias

Coordenadores:  Castor M. M. Bartolomé Ruiz (UNISINOS/Brasil)

Edson Teles (UNIFESP/Brasil)

Ementa: Esta mesa se propõe analisar criticamente como o capitalismo fez da liberdade um espaço de governo da vontade dos sujeitos, em diversas fases e modos. Esta aparente aporia constituiu-se num eficiente dispositivo de poder que administra as liberdades (im)pondo a definição dos limites do seu agir e as metas a atingir. O maciço investimento na gestão das liberdades característico de nossos sistemas sociais esvazia o sentido das democracias reduzindo-as a meros marcos formais de legitimação jurídica da ordem estabelecida. A administração utilitária da liberdade se implica numa paradoxal relação com o direito desembocando em novas formas de injustiça social e estrutural. As injustiças do século XXI fogem da exploração selvagem dos séculos passados apresentando uma matriz tecno-científica de gestão da vida humana. A mesa se propõe também pesquisar o modo como desde a perspectiva utilitária o direito é utilizado pelo capitalismo como dispositivo ordenador que normaliza os sujeitos e legitima a injustiça a modo de efeito colateral inevitável da ordem natural. A crítica aos limites do governo biopolítico da liberdade dificilmente será feita desde dentro da lógica utilitária, que a legitima como ciência útil e necessária na administração de recursos humanos. A biopolítica tende a absorver a lógica do governo da liberdade numa totalidade interna de sentido. Os limites e sua crítica se percebem desde um afora manifestado na alteridade dos injustiçados. A injustiça permanece numa abertura não capturada pela ordem. Ela não consegue ser totalmente imanentizada como algo normal porque sua noção de ordem há de confrontar-se com a condição de sofrimento dos injustiçados. A alteridade das vítimas permanece como uma exterioridade ética não capturada pelos dispositivos normalizadores da injustiça. O propósito desta mesa é pesquisar esta contradição como referente ético que delimita criticamente os dispositivos biopolíticos que administram a vida humana como objeto útil.

Endereço eletrônico para envio das comunicações: castorbartolome@terra.com.br eedsonteles@gmail.com

Datas Importantes: 

Apresentação de propostas: até 25 de maio de 2013.

Divulgação das propostas aprovadas: até 03 de junho de 2013.

Envio dos trabalhos completos: até 08 de setembro de 2013.

 

 


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