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Senado inaugura exposição sobre 50 anos do golpe militar

Senado inaugura exposição sobre 50 anos do golpe militar

 

21 DE MARÇO DE 2014  

Exposição mostra terror das ditaduras na América Latina 

Prisões ilegais, tortura, morte e desaparecimento de pessoas. O terror implantado pelas ditaduras militares na América Latina, entre 1964 e 1990, e a narrativa dos "anos de chumbo" no Brasil são tema de uma exposição aberta no Congresso Nacional, nesta quinta-feira (20). 

 

Agência Senado

Senadores assistem depoimento do ativista Jair Krischke: “Nós, brasileiros, temos uma grande dívida de memória histórica para com as novas gerações.”  

Senadores assistem depoimento do ativista Jair Krischke: “Nós, brasileiros, temos uma grande dívida de memória histórica para com as novas gerações.”  

 

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Promovida pela presidência do Senado e pelo gabinete do senador Pedro Simon (PMDB-RS), a exposição é produzida pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e traz revelações inéditas em resgate histórico da luta contra os aparatos repressores oficiais e clandestinos que violaram a democracia e os direitos civis.

A intenção é levar à juventude informações, consciência e experimentação desse período conturbado e sangrento da história latino-americana, com a divulgação dos rostos de 366 vítimas da ditadura militar no Brasil, acompanhados de som ambiente com os nomes, idade, local e ano de desaparecimento dessas pessoas.

Depoimentos, fotografias, vídeos e documentos da época, todo o material foi garimpado em um minucioso trabalho de pesquisa que se estendeu por mais de um ano sobre os arquivos do MJDH e do Arquivo Público de São Paulo, no Brasil, e em Buenos Aires, na Argentina.

A mostra é organizada em cinco partes: Contexto Político Latino-Americano e Brasileiro; A Ditadura Militar no Brasil; O Movimento de Justiça e Direitos Humanos; O Processo de Transição Política no Cone Sul – Anistia/Redemocratização; e Políticas da Memória, que destaca o trabalho das Comissões da Verdade em quatro países.

“Nós, brasileiros, temos uma grande dívida de memória histórica para com as novas gerações e precisamos criar uma consciência coletiva para mudar essa realidade de transição, que é interminável”, afirma o ativista Jair Krischke, fundador e presidente do MJDH, de atuação decisiva para a sobrevivência de cerca de dois mil perseguidos dos regimes militares no Cone Sul.

Krischke foi um dos escolhidos entre 32 finalistas de todo o país para receber a Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Câmara, do Senado. Ele foi indicado à comenda pelo senador Pedro Simon. O título foi entregue em dezembro de 2011, em sessão solene em Brasília.

Autor da iniciativa o senador Pedro Simon (PMDB-RS) fez um emocionado discurso na abertura do evento para pedir aos jovens que não esqueçam esse momento histórico e que, olhando o que aconteceu, construam um novo amanhã.

“Aqui, não estamos festejando nada. Estamos parando para relembrar o desvio que o Brasil teve em 21 anos, até a retomada da democracia”, disse o senador, destacando os que nunca deixaram de lutar em favor da abertura democrática.

Simon fez uma alusão aos que, ainda hoje, defendem aquele regime, para pedir que a sociedade mantenha-se preparada, "com a mente fria", a fim de que nunca mais o país enfrente semelhante retrocesso.

Ele lembrou que, junto com outros senadores, está trazendo ao exame do Senado as reformas de base propostas por João Goulart. Trata-se de um conjunto de mudanças, de caráter nacionalista, que o então presidente pretendia implantar no Brasil e cujo anúncio serviu para acelerar o golpe militar de 1964.

Serviço:
A exposição Movimento de Justiça e Direitos Humanos – Onde a Esperança se Refugiou ocorrerá de 20 de março a 13 de abril. O horário de visitação é das 9 às 17 horas, inclusive nos fins de semana, no Salão Negro do Congresso Nacional. A entrada é franca.

Da Redação em Brasília
Com Agência Senado

 

 

 

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Brasil, Sexta-feira, 21 de Março de 2014

 

Senado pede ao Legislativo norte-americano documentos relativos ao golpe de 1964

AGÊNCIA BRASIL 20/03/2014

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou nesta quinta-feira (20) que também será signatário da carta endereçada ao presidente do Senado dos Estados Unidos solicitando o acesso do Brasil a documentos que podem esclarecer fatos relacionados ao golpe militar de 1964.

O documento foi redigido e assinado por senadores que integram a Comissão de Direitos Humanos da Casa, a pedido do filho do ex-presidente João Goulart, João Vicente Goulart.

Os 50 anos do golpe militar estão sendo lembrados na exposição Onde a Esperança se Refugiou, inaugurada hoje no Salão Negro do Congresso Nacional. Organizada em cinco eixos, a mostra apresenta 366 retratos de desaparecidos durante a ditadura militar no Brasil. A exposição foi produzida pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e inclui também documentos denunciando o terror implantado por ditaduras em outros países latino-americanos.

Durante a solenidade, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que, em um regime democrático, os eventuais abusos cometidos no exercício da liberdade de expressão só podem ser coibidos pelo Judiciário.

Lembrando que a Justiça brasileira tem cumprido esse papel, Renan cobrou que a sociedade continue vigilante e, na medida do possível, busque reparação para os excessos cometidos.

O senador disse ainda que é preciso não esquecer o período de supressão de liberdades inaugurado com a chegada dos militares ao poder. Ele também afirmou que o Brasil ainda não conseguiu fazer inteira justiça àqueles que sofreram, entre outras perdas, a do mais básico dos direitos da cidadania, que é o da livre manifestação do pensamento.

A exposição está aberta para visitação de hoje até 13 de abril, das 9h às 17h.

Bahia na Política por Jair Onofre

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Brasil ainda não conseguiu fazer inteira justiça

Exposição sobre 50 anos do golpe militar foi inaugurada no Senado

 

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Foi inaugurada hoje (20), no Salão Negro do Congresso, a exposição "Onde a esperança se refugiou", alusiva aos 50 anos do golpe militar. O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que tão importante quanto lembrar é não esquecer o período de supressão de liberdades inaugurado com a chegada dos militares ao poder. Ele também afirmou que o Brasil ainda não conseguiu fazer inteira justiça àqueles que sofreram, entre outras perdas, a do mais básico dos direitos da cidadania, que é o da livre manifestação do pensamento. Participaram da solenidade, além de senadores, a diretora da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Amariles Tavares; o presidente do Movimento Justiça e Direitos Humanos, Jair Krischke; e o filho do ex-presidente João Goulart, João Vicente Goulart.

Ainda nesta quinta-feira, Renan confirmou que assinará carta endereçada ao presidente do Senado dos Estados Unidos, solicitando o acesso do Brasil a documentos que podem esclarecer fatos relacionados ao golpe militar de 1964. Esse foi um pedido a ele apresentado por João Vicente Goulart. A exposição está aberta a visitação de hoje até 13 de abril.
 (Com informações da Ag.Senado / Foto: Alguns dos Parlamentares que participaram da solenidade nesta quinta-feira)

 

 

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Porto Alegre,sexta-feira,  21 de março de 2014

 

Repórter Brasília

EDGAR LISBOA

 

Repórter Brasília

 

Ditadura nas Américas

O dia 01 de abril de 2014 marca uma data importante na história do Brasil: os 50 anos do golpe militar que instaurou 21 anos de ditadura no País. Diversos eventos foram marcados para comemorar a data, tanto a favor quanto contra o golpe que significou a violação da democracia e dos direitos humanos no País.

No Senado, o “sentimento de terror” pode ser conhecido na exposição Onde a Esperança se Refugiou, que ficará aberta até o dia 13 de abril. Um trabalho feito com recursos sensoriais e de multimídia que, resgatando passagens reais das ditaduras do Cone Sul, retrata todo o drama vivido nesse período.

Guerra suja

A exposição foca também na chamada “guerra suja”, empreendida pelas ditaduras de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile contra os “elementos subversivos”. Na verdade, foi uma operação transnacional de repressão a pessoas que pensavam diferente. Então, não é raro ver casos de estrangeiros mortos pelas forças de segurança brasileiras ou brasileiros mortos em outros países. O outro lado também teve um elemento transnacional. Forças de resistência à ditadura que atuavam no Sul do Brasil possibilitaram o refúgio de mais de 2 mil sul-americanos que fugiam da repressão em seus países.

Vistoria

Jair Krischke, fundador e presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, foi um dos que ajudaram a retirar perseguidos políticos do Cone Sul, e atualmente luta pela memória dos que desapareceram ou pereceram nos porões da ditadura. “Temos que nos lembrar das centenas, milhares de vítimas que, mesmo tendo sobrevivido aos porões da ditadura, carregam até os dias de hoje as sequelas da tortura, a dor do exílio, e, no caso do nosso presidente João Goulart, a morte no exílio. Por isso, precisamos de políticas de memória. Isso é fundamental, porque, se não tivermos uma memória trabalhada, permanente – e isso toca ao poder público fazer –, teremos sempre o risco de vir a repetir a mesma tragédia”, afirmou.

Ridículo, mas perigoso

Há gente que quer repetir a tragédia. Estão marcadas para esse sábado, em várias cidades do País, as “Marchas da Família com Deus pela Liberdade”, reeditando os acontecimentos que “deram um verniz de legitimidade para o golpe de 1964”. O senador gaúcho Pedro Simon (PMDB), autor da iniciativa da exposição, ironizou o movimento, mas afirmou que se deve prestar atenção nele: “Se ligarmos a televisão, redes sociais, vamos ver um chamado igual ao de 1964. Os jovens começaram de novo. É claro que é ridículo. É certo que nada vai acontecer, mas temos que estar de mentes frias e preparadas.” Para Simon, a falta de memória do período contribui: “É uma recordação dolorosa, mas significa o desvio que o Brasil teve, 21 anos, daquele triste 31 de março até a retomada da democracia. Foram anos sem voto, sem liberdade, de ditadura, de luta, de morte e de crueldade. Por isso que, nesse momento, a obrigação de lembrar e de recordar tem um significado”.

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Exposição mostra terror implantado por ditaduras latino-americanas

 

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Prisões ilegais, tortura, morte e desaparecimento de pessoas. O terror implantado pelas ditaduras militares na América Latina, entre 1964 e 1990, e a narrativa dos “anos de chumbo” no Brasil serão tema de uma exposição que será aberta no Salão Negro do Congresso Nacional, na quarta-feira (19), às 18h30.

Promovida pela presidência do Senado e pelo gabinete do senador Pedro Simon (PMDB-RS), a exposição é produzida pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e traz revelações inéditas em resgate histórico da luta contra os aparatos repressores oficiais e clandestinos que violaram a democracia e os direitos civis.

A intenção é levar à juventude informações, consciência e experimentação desse período conturbado e sangrento da história latino-americana, com a divulgação dos rostos de 366 vítimas da ditadura militar no Brasil, acompanhados de som ambiente com os nomes, idade, local e ano de desaparecimento dessas pessoas.

Depoimentos, fotografias, vídeos e documentos da época, todo o material foi garimpado em um minucioso trabalho de pesquisa que se estendeu por mais de um ano sobre os arquivos do MJDH e do Arquivo Público de São Paulo, no Brasil, e em Buenos Aires, na Argentina.

A mostra é organizada em cinco partes: Contexto Político Latino-Americano e Brasileiro; A Ditadura Militar no Brasil; O Movimento de Justiça e Direitos Humanos; O Processo de Transição Política no Cone Sul – Anistia/Redemocratização; e Políticas da Memória, que destaca o trabalhodas Comissões da Verdade em quatro países.

- Nós, brasileiros, temos uma grande dívida de memória histórica para com as novas gerações e precisamos criar uma consciência coletiva para mudar essa realidade de transição, que é interminável – afirma o ativista Jair Krischke, fundador e presidente do MJDH, de atuação decisiva para a sobrevivência de cerca de 2 mil perseguidos dos regimes militares no Cone Sul.

Krischke foi um dos escolhidos entre 32 finalistas de todo o país para receber a Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Câmara, do Senado. Ele foi indicado à comenda pelo senador Pedro Simon. O título foi entregue em dezembro de 2011, em sessão solene em Brasília.

A exposição Movimento de Justiça e Direitos Humanos – Onde a Esperança se Refugiou ocorrerá de 20 de março a 13 de abril. O horário de visitação é das 9h às 17h, inclusive nos fins de semana, no Salão Negro do Congresso Nacional. A entrada é franca.

 

http://www.cenariomt.com.br/noticia/349309/simon-diz-que-exposicao-sobre-ditadura-inspira-a-construcao-de-um-novo-amanha.html

 

 

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Mato Grosso, Sexta 21 de Março de 2014

 

 

SENADO http://www.cenariomt.com.br/imagens/newseta.gif DIRETO DO SENADO

 

 

 

Simon diz que exposição sobre ditadura inspira a construção de um novo amanhã

 

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RO Senado Federal participa dos atos alusivos aos 50 anos do golpe militar que derrubou o presidente João Goulart, em 1964, com uma exposição que honra a memória e resgata a história nacional: Onde a Esperança se Refugiou.

Ela será aberta na quinta-feira, 20 de março, às 11h, no Salão Negro do Congresso Nacional.

Por sugestão do senador Pedro Simon, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, está trazendo para a Capital brasileira — com apoio do Ministério da Justiça e parceria da Universidade de Brasília (UnB) — uma aclamada exposição multimídia organizada pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), presidida pelo ativista Jair Krischke, agraciado em 2011 pelo Senado Federal com a Comenda Dom Hélder Câmara dos Direitos Humanos.

Inaugurada em abril passado em Porto Alegre, com sucesso de público e de crítica, a exposição Onde a Esperança se Refugiou será o foco da atenção de milhares de visitantes e turistas que frequentam o Distrito Federal e a sede do Parlamento.

Poderá ser vista, também, pelos jovens e estudantes de escolas interessados na apresentação, de forma organizada e didática, dos detalhes e circunstâncias de regimes políticos que disseminaram abusos e violências no Cone Sul do continente, pela vala comum da ditadura. Com destaque especial para o regime militar brasileiro, que completa seu cinquentenário em 2014.

Organizada e dividida em cinco eixos temáticos, a mostra Onde a Esperança se Refugiou abriga a memória daqueles tempos com um acervo de mais de 2.000 fotos, incluindo o rosto de 366 vítimas da ditadura no Brasil. O material foi recolhido, num minucioso trabalho de pesquisa, no acervo documental do MJDH e do Arquivo Público de São Paulo e vários arquivos de Buenos Aires, que reúnem material de toda a América Latina.


Autor da iniciativa que levou o Senado a inaugurar, nesta quinta-feira (20), a exposição "Onde a esperança se refugiou", o senador Pedro Simon (PMDB-RS) fez um emocionado discurso na abertura do evento para pedir aos jovens que não esqueçam esse momento histórico e que, olhando o que aconteceu, construam um novo amanhã.


- Aqui, não estamos festejando nada. Estamos parando para relembrar o desvio que o Brasil teve em 21 anos, até a retomada da democracia - disse o senador, homenageando sobretudo os que nunca deixaram de lutar em favor da abertura democrática.


Afirmando que o Senado pagou um preço caro nesses 50 anos que se seguiram ao golpe, Simon fez uma alusão aos que, ainda hoje, defendem aquele regime, para pedir que a sociedade mantenha-se preparada, "com a mente fria", a fim de que nunca mais o país enfrente semelhante retrocesso.

 

Ele lembrou que, junto com outros senadores, está trazendo ao exame do Senado as reformas de base propostas por João Goulart. Trata-se de um conjunto de mudanças, de caráter nacionalista, que o então presidente pretendia implantar no Brasil e cujo anúncio serviu para acelerar o golpe militar de 1964.


No mesmo discurso, Simon lastimou "o penoso negócio" através do qual a Petrobras, com prejuízo superior a US$ 1 bilhão, comprou uma refinaria em Pasadena, no estado americano do Texas. Ele criticou a presidente Dilma Rousseff por ter sido a primeira a assinar o negócio quando comandava o conselho da estatal.


Compareceram à solenidade de inauguração da exposição, entre outros, os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Ana Amélia (PP-RS), Casildo Maldaner (PMDB-SC), Ruben Figueiró (PSDB-MS), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Aloysio Nunes (PSDB-SP); a deputada Luiza Erundina (PSB-SP); o presidente do Instituto João Goulart e filho do ex-presidente, João Vicente Goulart; Amariles Busch Tavares, diretora da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça; e o presidente do Movimento Justiça e Direitos Huma

 

http://oglobo.globo.com/pais/vitimas-da-casa-da-morte-foram-jogadas-dentro-de-rio-diz-coronel-11940779

 


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